Imposto de liquidação

A nota de liquidação de IRS é remetida ao contribuinte por correio. Porém, é possível obter uma segunda via deste documento online, através do Portal das Finanças. Passos para obter a nota de liquidação de IRS online. Para obter uma certidão da nota de liquidação de IRS através do Portal das Finanças, siga estes passos: Portuguese term or phrase: para efeitos de liquidação do imposto industrial This is part of a Service Provision Contract between two companies, one of them an IOC. 6.1 Para efeitos de liquidação do Imposto Industrial, no acto do pagamento a Companhia reterá na fonte o montante correspondente a 6,5% do valor da factura. Form documento de liquidacao de impostos 1. REPÚBLICA DE ANGOLA Ministério das Finanças Direcção Nacional de Impostos Documento de Liquidação de Impostos Voluntária Cobrança Coerciva N.º DLI Repartição Fiscal Data da Liquidação Ano Mês Dia Nome ou Designação NIF Ano da Liquidação Período Mensal Trimestral Anual Forma de Liquidação Tipo de Liquidação Correctiva ... Liquidação de Imposto. Para concluir a sua liquidação informe o seu número de telemóvel ou o seu email e clique em confirmar. Telefone. E-mail. Muitas pessoas acabam confundindo liquidação com promoção, mas ambos são conceitos distintos. Enquanto, como explicado, o objetivo da liquidação é fazer zerar o estoque de uma loja, em contra partida a promoção visa vender mais de um determinado produto.. E para que se tenha uma melhor compreensão, basta pensar que a liquidação trata-se da liberar do lugar ocupado por um produto ... A liquidação e a cobrança de imposto são, sem dúvida, as manifestações mais importantes do exercício pelo Estado do poder de tributar, sendo que tal poder, em grande medida, é exercido pela Administração Tributária 3 . 3 - A liquidação: é a operação aritmética de aplicação de uma taxa à matéria colectável apurada na fase do lançamento, para determinação do montante exacto de imposto devido pelo sujeito passivo (colecta). Naqueles impostos em que a lei prevê a possibilidade de deduções à colecta, a liquidação abrange também os cáculos ... Liquidação do Imposto sobre Aplicação de Capitais (IAC) - Liquidação do Imposto sobre Aplicação de Capitais (IAC)1. A sociedade A emprestou kz 1.000.000 à sociedade B, na qual tem uma participação societária de 30 por cento. Numa ... Estimado contribuinte, Seja muito bem-vindo ao Portal do Contribuinte da Administração Geral Tributária! A AGT é o órgão, superintendido pelo Ministério das Finanças, responsável pela arrecadação de receitas para o Estado e pelo controlo aduaneiro, em proveito da sociedade angolana. O imposto deve ser pago até ao último dia útil do mês em que foi notificada a liquidação para introduções no consumo efetuadas por sujeitos passivos que detenham um dos estatutos previstos no código dos impostos especiais de consumo, ou até ao 15.º dia após a notificação da liquidação para os restantes casos.

IRPF sobre conta no exterior

2020.08.08 18:20 jorbs2 IRPF sobre conta no exterior

Pessoal,
Trabalho para uma empresa americana e pedi para receber meu salário numa conta de corretora americana (TD Ameritrade). Estou mantendo algumas ações de lá.
Na declaração do imposto de renda, eu sei que tenho que informar os ativos na seção de Bens e Direitos. Mas como devo pagar o IRPF relativo a esses meus salários recebidos durante o ano? Ou isso é feito apenas na liquidação?
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2020.07.21 19:00 epachon Dúvidas "noobs" sobre DARF

Pessoal, sou mais um filho da crise. Comecei a investir em Março, na baixa.
1- Enfim, vendi alguns FIIs agora em Julho e calculei o imposto de 20%. Ate ai ok
Penso em vender um etf neste mesmo mês de Julho. Eu tenho que fazer 2 DARF ou eu calculo 15% do lucro do etf e 20% do lucro do fii e junto tudo numa DARF só?
2- Eu vi que existem algumas taxas que entram na conta do DARF, como corretagem (to na CLEAR então eh 0), taxa de liquidação (n faço ideia do q seja), emulamentos (????) e ISS (???). Preciso calcular isso ou a diferença é minúscula?
Obrigado a todos desde já!
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2020.07.11 15:32 OwnSense4 Onde vocês deixam as reservas de vocês?

1 - Reserva de emergência 2 - Caixa de oportunidades
Estou deixando os dois juntos, mas queria separar. Como que funciona essas alocações dos senhores?
Recentemente percebi que o Itaú está oferecendo um investimento CDI-DI com 100% do CDI, liquidação D0 e IR regressivo. Seria uma boa solução deixar o caixa nesse CDI-DI e o caixa de oportunidades no tradicional banco digital? (atualmente Nubank)
Lembrando que não sei como funciona os impostos do Nubank, mas o IOF e o IR tá sempre comendo um pouco, mesmo não mexendo na grana que fico no “Guardado”
Não estou buscando maior rentabilidade para o emergencial, apenas menos perdas
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2020.04.01 11:17 codemirror Que entidade vais escolher para ‘doar’ 0,5% do seu IRS?

No caso do IRS, este gesto não implica qualquer custo para as famílias, ou seja, o Fisco, quando proceder à liquidação de IRS, encaminhará 0,5% do IRS pago para a entidade escolhida pelos contribuintes. E se não fizer a consignação do IRS, esse valor – que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa que seja – acabará por ficar nas mãos do Estado.
Chegou esta altura do ano e quero saber as escolhas do Portugal. :)
EDIT2 RELEVANTE: Estes 0.5% não incidem sobre o valor do reembolso mas sim sobre o valor total de IRS que foi pago durante o ano. Fonte: https://www.economias.pt/como-doar-0-5-do-irs/ Obrigado u/humelectro pela dica!
Edit: Listagem das Entidades elegíveis para efeitos de consignação do IRS do ano de imposto de 2019
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2020.03.31 14:42 caks ETF nos EUA - impostos? Electric Boogaloo

Ano passado teve um post sobre isenção de ganho de capital de ETF nos EUA pelo CoolUsernamesTaken. A conclusão foi que a interpretação que mais fazia sentido é que sim, eles também tem isenção de valores abaixo de R$35.000,00 por mês, mas que não sabia-se se a RF tem a mesma interpretação.
Desde então um usuário do Bastter fez uma consulta para a RF e a resposta da RF foi a seguinte:
ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF GANHO DE CAPITAL - ALIENAÇÃO DE COTAS DE ETF E REIT - ISENÇÃO - OPERAÇÕES DE PEQUENO VALOR O ganho de capital apurado na alienação de bens ou direitos e na liquidação ou resgate de aplicações financeiras, adquiridos, a qualquer título, em moeda estrangeira, é tributado pelo imposto sobre a renda da pessoa física em conformidade com o disposto no art. 24 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001. É isento do imposto sobre a renda o ganho de capital auferido na alienação realizada em bolsa de valores no exterior de ETFs (Exchange Traded Funds) e REITs (Real Estate Investment Trust) cujo valor total das alienações, no mês em que as operações se realizarem, seja igual ou inferior a R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais). O limite de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais) deve ser considerado em relação à soma dos valor
Ou seja, podemos bater o martelo e concluir que, sim, ETFs são isentos de ganhos de capital até R$35.000,00 por mês? Ou tem alguma outra consideração legal que não conheço (bem possível!)?
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2020.03.26 18:04 homo-ancapiens Capitalismo é um sistema de lucros e predas

*perdas
A parte da perda é tão importante pro capitalismo funcionar quanto os lucros.
O que eu falo é independente do lockdown, mas é a questão mais importante assim que o lockdown acabar.
Essa ideia que os governos precisam injetar dinheiro pra impedir uma quebradeira é a coisa mais absurda que existe. Uma quebradeira não faz os aviões sumirem, nem os prédios de hoteis, bares, restaurantes, e nem as máquinas de fábricas. Não fará os pilotos incapazes de pilotar, gerentes incapazes de gerenciar ou operadores incapazes de operar.
Toda a estrutura economica ainda vai existir, mas o que acontece numa quebradeira é uma liquidação e reprecificação de toda a estrutura.
Empresas que compraram aviões por $100 milhões, precisam de um lucro que pague esse custo. Se elas quebram, elas vendem os aviões por uma fração do valor, e os novos donos conseguem lucrar com passagens mais baratas ou menos vôos. O piloto ainda será necessário. O mesmo acontece em fábricas, em hoteis, bares e seja lá o que for. Quem paga essa conta é quem investiu, quem tinha o capital, e quem arriscou conscientemente seu capital nisso. ESSE É O VERDADEIRO "IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS", e não precisa de nenhuma intervenção pra que ele aconteça.
Se o governo injetar dinheiro impresso, ele impede que os recursos sejam reprecificados, impede uma deflação que ajudaria o poder de compra de todos, e impede também que o capital liquido mova pra onde realmente é necessário. Se antes o capital fugiria de empresas de aviação, com o socorro, ele perdeu o medo. Se antes ele iria focar em empresas de alimentação, com o socorro, ele vê outros investimentos, que antes eram arriscados, agora mais interessantes. E quem tinha capital investido, e lucrou durante décadas, hoje não terá prejuizo pois receberá socorro da sociedade que está em frangalhos.
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2019.11.07 17:43 AntonioMachado [1967] Álvaro Cunhal - A questão do Estado: questão central de cada revolução

Artigo: http://www.hist-socialismo.com/docs/ACAQuestaodoEstado.pdf
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2019.09.20 19:59 paralegalweb Distrato social

Sabemos que o contrato é um vínculo jurídico, geralmente efetivado através de um documento formal, entre duas ou mais pessoas, onde expressam sua vontade e responsabilidade pelo ato firmado. Esse documento fica resguardado pela segurança jurídica em seu equilíbrio social, ou seja, é um acordo de vontades.
Porém, nem sempre as partes que firam o contrato conseguem manter o que foi combinado inicialmente. Ou até mesmo, a relação acaba ficando desgastada, e ambos decidem por terminar o combinado. É dessa forma que surge o primeiro indício de que um distrato social está por vir.

O que é um Distrato social?

O distrato social é o ato de finalização de uma relação contratual empresarial. Em outras palavras, é o cancelamento ou a rescisão de um contrato social existente. Este processo acontece com a anulação do acordo contratual que foi definido entre as partes envolvidas. Ao proceder com o distrato, todo o vínculo ou compromisso referente ao contrato anulado é encerrado.
A norma que consta no artigo 472 do Código Civil, determina que o distrato seja feito da mesma forma do contrato. Assim, a liberdade de contratar deverá ser exercida em razão e nos limites da função social do contrato, com relação ao qual os contratantes são obrigados a respeitar e guardar os princípios de probidade e de boa-fé.
O distrato pode ser motivado por duas situações: pela resolução ou pela resilição.

É o encerramento do contrato, que acontece de forma pré-estabelecida entre as partes.
A resolução ocorre quando uma obrigação contratual deixa de ser cumprida, de forma parcial ou total, por uma das partes.
Por exemplo, quando uma das partes deixa de pagar a outra como acordado, o contrato pode ser distratado por inadimplência. Ou quando um sócio deixa de cumprir com suas obrigações para com a empresa, o contrato pode ser distratado por descumprimento.
Porém, se a outra parte também descumprir suas obrigações, o distrato por resolução deixa de ser aplicável e o contrato continua valendo (a famosa “elas por elas”).

A resilição é o cancelamento do contrato, motivado por iniciativa das partes contratantes. Nesse caso, o processo de distrato pode ocorrer de duas maneiras: consensual ou unilateral.
O distrato consensual acontece quando as duas partes desejam encerrar sua relação contratual. Dessa forma, o distrato é feito de forma conjunta, com os lados entrando em um acordo sobre a rescisão do contrato.
Porém, também existe a possibilidade de o contrato ser rescindido por vontade de apenas um dos envolvidos. É o chamado distrato unilateral. Quando essa hipótese ocorre, o distrato ocorre de forma litigiosa, onde o distratante precisa notificar o distratado, em cumprimento ao artigo 472 do Código Civil.

Os primeiros passos

Quando existe um consenso em encerrar as atividades da empresa, a primeira ação é reunir os sócios para a assinatura da ata de encerramento. Neste documento deve ser nomeado uma pessoa (que pode ser um dos sócios) para atuar como o liquidante da empresa. Esta pessoa ficará responsável por liquidar as pendências do empreendimento que está prestes a fechar, tais como pagamentos ou recebimentos que estejam pendentes.
Depois desta etapa, deve ser elaborado um documento chamado Distrato Social – uma espécie de contrato definindo a forma de dissolução da empresa. Este papel informa qual é a razão (ou razões) pela qual a empresa será fechada, e como serão divididos os bens da empresa. Deve conter detalhadamente o patrimônio da empresa ao tempo do fechamento, e definir ainda aspectos mais específicos, como quem deverá ficar responsável pela guarda dos livros fiscais e demais documentos.
Ao assinar o Distrato Social, todos os sócios concordam com o fechamento da empresa nos termos definidos pelo documento. Caso haja algum conflito entre os sócios, pode ser requisitada a ação de um mediador, que tentará buscar o comum acordo.
O que é a liquidação da pessoa jurídica?
A liquidação da pessoa jurídica pode ser definida como sendo o conjunto de atos preparatórios da extinção, destinados a realizar o ativo, pagar o passivo e definir o saldo que houver (líquido), respectivamente, ao titular ou, mediante partilha, aos componentes da sociedade, na forma da lei, do contrato social ou do estatuto. Ela pode ser voluntária (amigável) ou forçada (judicial).
A liquidação antecede a extinção da pessoa jurídica, após ocorrida a causa que deu origem à sua dissolução. Nesta fase, ficam suspensas todas as negociações que vinham sendo mantidas como “atividade normal”, continuando apenas as já iniciadas para serem as últimas durante a existência da pessoa jurídica.
Ela também antecede o registro do distrato social na junta comercial correspondente.
Durante a fase de liquidação:

  1. a) Ainda existem a personalidade jurídica da sociedade e a equiparação da empresa individual à pessoa jurídica; e
  2. b) não se interrompem ou modificam suas obrigações fiscais, qualquer que seja a causa da liquidação.
Por consequência, a pessoa jurídica continuará sendo tributada até o término da liquidação, ou seja, embora interrompida a normalidade da vida empresarial pela paralisação das suas atividades, o liquidante deve manter a escrituração de suas operações, levantar balanços periódicos, apresentar declarações, pagar os tributos exigidos, e cumprir todas as demais obrigações previstas na legislação tributária.

Como é formalizado um Distrato?

A formalização e consequente concretização de um distrato acontece da mesma forma que a formalização de um contrato. Ou seja, deve ser preparado um documento, que explica de modo geral como a rescisão será realizada, indicando quais acordos serão anulados, e definindo quais obrigações ficarão sob responsabilidade de cada parte.
O documento de distrato também precisa apresentar, de forma clara, os motivos que levaram ao cancelamento do contrato, para evitar erros de interpretação.
Após definidas as condições, ambas as partes assinam o termo para concretizar a dissolução do contrato de forma oficial, mediante o registro na Junta Comercial competente, dentro de 30 dias contados de sua assinatura, em cuja data retroagirão os efeitos do arquivamento.
Tratando-se de sociedades de natureza civil, o distrato deve ser apresentado para registro no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas em que tenha sido registrado o contrato social.

A elaboração do Distrato Social

Os membros de uma sociedade devem se reunir, e assinar a ata de encerramento da empresa. Nesta ata, devem constar a nomeação de um liquidante (podendo ser até um dos sócios), que ficará responsável por eliminar as pendências, como pagamentos ou recebimentos não realizados.
Elabora-se então o Distrato Social, documento que informa o motivo pelo qual a sociedade se desfez, e divide os bens da empresa entre os sócios. O Distrato deverá conter a importância repartida entre os sócios, os motivos da dissolução, e a referência à pessoa ou pessoas que assumirem o ativo e guarda dos livros e documentos contábeis e fiscais.
Com a assinatura do Distrato Social, os sócios concordam com o fim da sociedade. Caso exista um conflito entre os sócios, será necessário encontrar um mediador, que pode ser um advogado ou uma outra pessoa de confiança da empresa, para buscar um acordo.
A ParaLegalWeb é uma plataforma que permite abrir empresa de forma rápida, fácil, transparente, sem burocracias e totalmente online. Além da abertura, trabalhamos também com a elaboração e efetivação do seu distrato. Entre em contato conosco para maiores detalhes sobre nossos serviços!
Importante ressaltar que, caso não consiga chegar a um acordo sobre o Distrato Social, será preciso ingressar, no judiciário, com uma ação de dissolução da sociedade, o que torna o fechamento da empresa caro, desgastante e demorado.

Elementos do Distrato

O Manual de Atos do Registro do Comércio (voltado às Sociedades por Quotas de Responsabilidade Limitada), que foi aprovado pela Instrução Normativa DNRC nº 98/2003, dispõe que o distrato social deverá conter, no mínimo, os seguintes elementos:
- Título (distrato social);
- Preâmbulo, onde deverão constar o nome completo dos sócios;
- O nome empresarial;
- O Número de Identificação do Registro de Empresas (Nire);
- O nº do CNPJ;
- A resolução de promover o distrato social e o corpo do distrato, no qual deverão constar, como cláusulas obrigatórias: a declaração dos valores divididos entre os sócios, referência à pessoa ou às pessoas que assumirem o Ativo e o Passivo da sociedade, supervenientes ou não à liquidação, a guarda dos livros, os motivos da dissolução (se não for por mútuo consenso), e a data de encerramento.
Importante mencionar que o empresário (ou até mesmo a pessoa jurídica) que responder por uma Empresa de Pequeno Porte (EPP) ou Microempresa (ME), pode efetivar a baixa (encerramento) independentemente de suas pendências tributárias com órgãos de vigência municipal, estadual ou federal. Contudo, esta baixa não isenta os antigos sócios da extinta empresa de suas responsabilidades diante das pendências que porventura venham a existir.

Verificação de pendências

Ainda que a sua empresa não possua empregados, ela pode estar com algum débito relativo à retenção dos tributos previdenciários. Se o recolhimento tiver sido feito de forma adequada pela empresa ao longo do seu funcionamento, e não existirem pendências, a sociedade que está para ser fechada pode retirar sua Certidão Negativa de Débitos de forma gratuita no site da Previdência Social. O documento possui validade de 180 dias.
Contudo, se houver alguma pendência ou divergência a ser resolvida, será necessário agendar atendimento em alguma seção da Receita Federal, para esclarecimentos acerca das pendências e o devido pagamento dos débitos.
Outro documento obrigatório que precisará ser apresentado junto ao Distrato Social, para que a empresa consiga encerrar suas atividades, é o Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (CRF). Novamente, também é obrigatório para empresas sem funcionários, porque ainda assim existe a contribuição ao FGTS.
Este documento é fornecido pela CEF – Caixa Econômica Federal, com validade de 30 dias.
Além desta documentação, para fechar a sua empresa, será necessário estar em dia com o Ministério da Fazenda. A RFB (Receita Federal do Brasil) verificará se a sua empresa realizou o correto recolhimento dos impostos de competência federal, como o PIS, COFINS, CSLL e o IRPJ.
Para isso, é necessário retirar junto ao órgão uma certidão negativa de débitos chamada de Certidão Negativa Conjunta, documento que reúne a Certidão de Dívida Ativa com a União e a Certidão de Quitação de Tributos e Contribuições Federais.
Esta certidão, também conhecida como CND, possui validade de 180 dias e, em caso de plena regularidade, pode ser emitida pela internet através dos sites da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal.

Elaborei o Distrato. E agora?

Após serem definidas as questões da extinção e liquidação da empresa, com todos os aspectos decididos e em consenso pelos sócios, é hora de finalizar o processo. Como dito anteriormente, o Distrato deverá ser levado à Junta Comercial para arquivamento.
Será necessário o pagamento de uma taxa, e cada Estado estipula o valor da guia e o prazo para este arquivamento ser efetivado. Estes detalhes foram estipulados pela Instrução Normativa DNRC 105/2007.
O último passo será a baixa no CNPJ – Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. Para a realização deste processo, deve-se solicitar o cancelamento do CNPJ e o documento básico de entrada (DBE), que deve ser assinado com firma reconhecida em cartório.
Todos estes documentos devem ser apresentados à Receita Federal, em conjunto com os demais necessários à baixa de uma empresa (para evitar pendências tributárias e fiscais). A partir deste momento, a empresa estará, definitivamente, legalmente encerrada.
Conclusão
O ato de encerramento de uma empresa nunca é uma ação 100% agradável, mas em alguns momentos, ela acaba se tornando uma necessidade. Assim como na abertura, no fechamento também é preciso seguir o previsto na legislação e no contrato social, para que, uma vez encerrada, não haja qualquer problema com a Receita Federal.
Além de parar de produzir e encerrar os trabalhos, o fechamento de uma empresa envolve uma série de obrigações burocráticas, financeiras e contábeis, para que este encerramento seja devidamente reconhecido pelo Estado, e também pelas instituições bancárias, ou outros agentes relacionados às atividades do empreendimento.
Com o objetivo de evitar burocracias e encerrar sua empresa com a maior agilidade possível, a ParaLegalWeb está à disposição para auxiliá-lo neste tortuoso caminho! Fale com a gente!

Este artigo foi visto primeiro em: distrato social - Paralegalweb
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2019.07.13 09:03 throwawaygarbagecan2 Meus pais precisam de dinheiro e não tenho como ajudá-los

Gostaria de começar dizendo que realmente não sei o que eu espero desse post. Dito isto, a situação é a seguinte:

Hoje é aniversário do meu pai. Após a festa, de madrugada, fiquei ouvindo meu pai conversar com o seu amigo mais próximo, que ele tem quase como um irmão, e descobri coisas que me assustaram bastante. Dando um panorama da situação, ocorreu mais ou menos assim: eu já sabia que o meu pai estava muito mal financeiramente pois a loja dele já estava mal das pernas tem uns 2 ou 3 anos. Nesse ano ao fazer o imposto de renda do meu pai e da minha mãe percebi que tinha um empréstimo consignado no valor total de uns 50 mil reais somando um empréstimo no nome do meu pai e outro no nome da minha mãe.

Até aí, relativamente tranquilo, minha mãe é apostentada por invalidez e tem que fazer infusão de medicamentos todo mês por conta de uma artrite reumatóide já tem uns 10 anos. O que ela ganha de aposentadoria não dá nem pra pagar o plano de saúde mas conseguimos nos virar. Esse ano o meu pai veio me pedir um dinheiro emprestado e eu dei os 8.000 que eu tinha guardado pra ele sem esperança de tê-los de volta, afinal de contas, eu moro com ele e nunca precisei ajudar com as despesas da casa graças a confortável situação que vivemos.

Voltando ao presente, ouvi ele dizer hoje pro amigo dele que a situação está bastante complicada e que se não fosse o dinheiro que eu emprestei à ele, a loja tinha fechado as portas no começo do ano e nós teríamos que ter ido morar com o meu avô em outra cidade e ele (que não tem faculdade e trabalhou a vida inteira na loja dele) teria que virar uber ou arrumar um emprego qualquer. Tudo bem, a situação está difícil para todo mundo, mas o pior não foi isso. Ele falou que não conseguiu negociar com o banco um empréstimo que a loja pegou (ele tem 2 empréstimos em 2 bancos diferentes parcelados um em 36x e outro em 48x, se não me engano) e que atualmente a loja deve 150 mil reais, mas que dessas 48 parcelas de um empréstimo, ele já pagou umas 16 ou 17, sendo o meu pai pessoa física, responsável solidariamente pelas dívidas da loja. Não apenas isso, mas que ele já não pagava o condomínio da sala alugada pra loja tinha uns 2 anos e que ele só insiste por causa da família mesmo porque senão ele já tinha largado tudo tem muito tempo. Ele também falou que estava pensando em pedir falência e abrir outro cnpj, com tudo igual, no mesmo endereço no nome de um laranja e largar o foda-se pras dívidas porque todo mundo fazia isso, só que ele não iria fazer porque é honesto. Falou que tinha um DAS de outubro no valor de 5 mil que ele não conseguiu pagar e que por conta disso, ele não conseguiu ganhar uma venda de uns 500 reais numa licitação porque o nome estava na dívida ativa e quando ele foi pagar pra regularizar, o valor já estava 40% maior por conta das multas por atraso. Enfim, a situação está braba mesmo.

A situação de fato é muito ruim, mas ainda há luz no fim do túnel. Nós (na verdade, a minha avó) tem uma casa avaliada em 750.000 comprada nos tempos que nós tínhamos algum dinheiro mas que o meu pai está pedindo 550.000. Diz ele que com uma injeção de capital de 50.000 na loja ele consegue segurar o tranco na loja até pagar todos os empréstimos e daí a situação fica muito mais tranquila porque ele paga cerca de 17.000 mensais só pro banco (cerca de mais de 20% do faturamento bruto). Enfim, ele falou que um cara chegou falando que pagava a vista 350.000 na casa mas que ele não quis vender. Semana passada ele me perguntou se eu tinha algum dinheiro sobrando pra emprestar porque pretendia fazer uma reforma no valor de uns 5.000 na casa pra dar uma 'maquiada' nela e assim ficar mais fácil de vendê-la mas infelizmente não tive esse dinheiro pra emprestá-lo. Meu pai também tem uma ação na justiça contra um banco onde ele já ganhou e o que resta são os cálculos periciais na liquidação pra saber quanto que ele vai receber. Como a ação já tem uns 15 anos, o valor é bastante grande, sendo o último cálculo estimado na casa dos 400.000~500.000, mas acredito que este cálculo ainda possa ser impugnado e ele não tem previsão nenhuma de quando vai receber esse dinheiro.

Bom, eu entro nessa história da seguinte maneira: eu tenho 27 anos e atualmente estou na minha segunda faculdade (já tenho um diploma do ensino superior), porém, não tenho experiência profissional na área privada quase nenhuma. O meu estágio no setor público acabou literalmente hoje e há pelo menos 4 meses eu venho distribuindo currículos que nem um maluco tentando arrumar um estágio ou até mesmo um emprego clt na minha área, mas infelizmente não tinha sido chamado para nenhuma entrevista. Eu acredito que é por conta da idade. Provavelmente eu também não contrataria um cara de 27 anos pra fazer um estágio, muito menos um cara que tem 0 de experiência na iniciativa privada. Felizmente por sorte, passei pra segunda fase de um processo seletivo semana passada e consegui mais 2 entrevistas, tomara que dê certo, mas mesmo assim, os salários são muito baixos (não para um estágio), variando entre 1.200 a 1.600 reais na melhor das 3 empresas. Não é nada garantido, mas já me dá uma esperança. Tirando um salário de 1.200 reais, acredito que dê para eu tirar 100 reais mensais pro meu lazer e dê para ajudar nisso tudo com o restante.

Da minha parte ainda está um pouco difícil porque eu vivi a maior parte da minha vida com depressão, tomava remédito e tal, mas estava curado há pelo menos uns 5 anos. Recentemente percebo a depressão querendo voltar, mas ela é combatível justamente porque hoje em dia eu tenho o conhecimento de como se dá esse processo de entrar em depressão e por causa disso eu consigo fazer alguma coisa pra travar isso bem no começo, pelo menos por enquanto. Acho que foi mais por causa dessa situação mesmo e pelo fim iminente do meu estágio atual sem perspectiva de arrumar um outro emprego. Também acho que foi por conta deu ter perdido o contato com os meus amigos porque já não tenho mais grana pra sair com eles. Não os vejo e na verdade não saio de casa fora a faculdade e o trabalho desde o começo do ano. Eles tem uma certa noção da minha situação e no começo eles até me chamavam dizendo que não tinha problema, que eles pagavam pra mim, mas honestamente não consigo ir num lugar e ficar na aba dos outros. Está chegando ao ponto dos convites serem cada vez menos frequentes e acredito que muito em breve eles cessarão, já que eu nem leio mais as mensagens do nosso grupo de whatsapp.

Não vou mentir, eu cogito o suicídio desde que eu tinha uns 14 ou 15 anos de idade, mas a minha idéia inicial era morrer por volta de uns 40 ou 50 anos, visto que a toda a minha família tem problemas na velhice como diabetes, doença auto-imune, alzheimer e etc. Hoje em dia, penso em partir só depois que os meus pais e a minha irmã se forem, já que não tenho muitos motivos pra viver e não tenho esperança nenhuma de constituir família, já que eu gosto de ficar sozinho. Claro que caso eu me case e tenha filhos, tenho a plena consciência de que não poderei continuar com essa idéia.

Acho que esse último parágrafo foi bastante desnecessário, mas ele acabou por me dar uma vontade de escrever sobre a natureza da minha depressão. Talvez eu faça isso amanhã, já que eu nunca escrevo nada, ou talvez não, quem sabe.

Bom, é isso. Não sei porque eu escrevi isso e me sinto indiferente, talvez alguém consiga tirar alguma lição disso tudo que está escrito aí. Boa noite!

Fiquem com essa música do Mazzy Star, gosto bastante dessa banda:

https://www.youtube.com/watch?v=VCtqzkftXRE
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2018.12.12 10:53 auser24 Um pouco sobre especulação, bolsa de valores, e o mercado financeiro brasileiro, por alguém que atua na área

Trabalho em uma empresa que atua na bolsa de valores e porventura leio nesse subreddit ou ouço em meu ciclo social sobre especulação, alavancagem, taxação de dividendos, etc, muitas vezes comentários com uma ideia completamente errada de como essas coisas funcionam na prática. A fim de elucidar um pouco esses pontos segue uma explicação básica de como funciona, por dentro, o mercado financeiro brasileiro, mais especificamente a especulação e a distribuição de dividendos na bolsa de valores.
Antes de falar de especulação, uma distinção e algumas definições importantes: Antes de juntarem-se na atual B3, as bolsas brasileiras dividiam-se em BMF, Bovespa, e CETIP. Apesar de unidas, na prática são segmentos separados dentro da B3. A CETIP se encarrega de custódia e liquidação - ela guarda patrimônio e converte ele em moeda - enquanto a Bovespa é um mercado de ativos, e a BMF é um mercado de derivativos. A diferença é importante: Na Bovespa são negociadas ativos financeiros (ações) que nada mais são que participações societárias em empresas produtivas, com bens reais como máquinas e produtos, enquanto que na BMF são negociados derivativos - papéis, tais quais contratos futuros e opções. Um ativo é algo que tem valor intrínseco (tq. o percentual de uma empresa), enquanto que o valor de um derivativo, como o nome sugere, apenas deriva daquele de um ativo. Por exemplo, um contrato futuro de 100 sacas de café com vencimento em Janeiro de 2019, comprado hoje a R$800 a saca, se mantido até o vencimento, pode ser convertido fisicamente nas 100 sacas em Janeiro de 2019, independente se a saca custar R$80 ou R$8000 em Janeiro. O contrato em si não tem valor algum caso o preço se mantenha constante, a única coisa de valor real é o café (ativo físico). Caso seu preço suba, o detentor do contrato lucrou, caso desça, ele perdeu. Como você deve estar imaginando, não há caminhões de café trafegando pela B3 - a liquidação da maioria dos contratos futuros é financeira, isto é, se a saca subiu para R$8000 em Janeiro, ao invés de receber as sacas em si a um preço absurdamente baixo (os R$800 que pagou em Dezembro), o comprador meramente recebe a diferença depositada em sua conta.*
Essa é a diferença de suma importância entre ativos e derivativos, Bovespa e BMF: Naquela você adquire capital social - é sócio de uma empresa que produz - e nessa você realiza operações financeiras - transações bancárias entre traders, mediadas pela bolsa. A especulação financeira se dá quase que inteiramente com derivativos, em especial contratos futuros. Existe muita especulação na BMF, isso é fato. Agora, isso é algo ruim? Depende para quem. Para o especulador, obviamente depende da corretude de sua análise e de sua gerência de risco - isto é, o quanto ele se protegeu para eventuais perdas. Ele não é uma caricatura gorda de tophat que apenas ganha, nem um apostador compulsivo que apenas perde. Existe muito CPF (jargão para investidor pessoa física) que entra na bolsa sem estudo, sem proteção, ainda por cima alavancado, especula e joga fora suas economias. Existe ainda investidor institucional sério que adota a estratégia errada e leva fundos de investimento a falência. Myron Scholes, nobel em economia e autor de um dos modelos mais usados no mercado financeiro, perdeu 4.6 bilhões em 4 meses, levando seu fundo de investimentos à falência. Enquanto isso há CPFs disciplinados e com estudo que conseguem na consistência de seus negócios um complemento de renda, bem como fundos de investimento que estão aí há várias décadas e providenciam proteção da inflação com bônus para seus clientes, sejam eles CPFs ou grandes empresas. Em suma, para o especulador que comete erros crassos obviamente sua especulação foi ruim, enquanto que para o que tem um bom modelo e ganha consistentemente sua especulação é boa. Mas isso é problema - ou ganho - deles e dos clientes que optaram por arriscar com eles. Seguimos ao que importa ao resto do mundo, mais especificamente o resto do mercado (que não especula) e o resto da sociedade (que não investe na bolsa).
Para o resto do mercado - que afeta o resto da sociedade - a especulação providencia liquidez, o que é algo bom. Em outras palavras, especuladores negociando o tempo todo significa que a qualquer momento eles podem comprar e vender, pois haverá alguém na outra ponta. O que esses não-especuladores estão fazendo? Hedge, que é algo fundamental à cadeia produtiva. Pense em um industriário que acabou de contrair uma dívida em dólares ao comprar máquinas pra sua fábrica - se o vencimento de sua dívida é daqui 6 meses, e nesse meio tempo o dólar explodir para R$5, ele tem uma grande chance de falir. O que ele faz para se proteger dessa possibilidade? Ele compra contratos futuros de dólar. Caso o dólar de fato chegue a R$5, tudo que ele perdeu na dívida ele ganha no contrato futuro. Fica no azul, zero-a-zero. Se, por outro lado, o dólar cair majestosamente a R$2, tudo que ele perder no contrato futuro ele ganha na dívida. Vale notar aqui que os contratos tem liquidação diária - isto é, se o dólar desvalorizar 2% de hoje para amanhã, isso será descontado da conta do investidor de hoje para amanhã, não apenas no vencimento. O mesmo vale aqui para quem deseja proteger-se de uma safra desastrosa, no caso dos contratos agrícolas. Quanto ao resto da sociedade, a especulação é neutra. Se por um lado ela é essencial para o hedge do investidor do setor produtivo, por outro o especulador está movimentado dinheiro que de outra forma poderia estar sendo investido diretamente em algo produtivo.
Um parêntesis a ser feito aqui é sobre alavancagem. Muito se fala a respeito, mas nada mais é, no caso de CPFs, do que a corretora lhe deixar operar com mais dinheiro do que você tem, dando-lhe uma margem para perdas. Por exemplo, se você tem R$5 mil em conta, qualquer variação no preço do (deriv)ativo negociado não vai lhe proporcionar grandes lucros ou prejuízos. Uma variação de 1%, que é relativamente comum dentro de um dia, vai lhe proporcionar meros 50 reais, sobre os quais irão incidir diversas taxas e impostos. Se ao menos você tivesse R$50 mil, tal que esses 1% lhe dessem 500 reais... A corretora tem a solução: ela tem esse dinheiro, e conquanto que você não perca os R$5 mil que de fato tem em conta, ela te banca para operar R$50 mil. Variou 10% ela te tira da operação automaticamente e você acaba de perder R$5 mil. Daí nasce a alavancagem. Aqui vale o parêntesis de que a bolsa tem garantias de volatilidade - no dólar, p.e., a variação máxima dentro do dia é 6% (há vários mecanismos para não chegar nesse patamar em primeiro lugar) acima disso a negociação simplesmente é encerrada. Dito isso, a alavancagem é algo ruim? Aqui cabe a mesma análise da especulação: para quem opera alavancado, depende. Tanto o retorno como o risco são maiores - é um trade-off. Para o resto é neutro, e para a corretora é bom pois ela ganha sobre o volume financeiro.
Agora que realizamos a distinção entre os mercados da BMF e Bovespa podemos falar de dividendos. Dividendos são pagos sobre ações, ou seja, especuladores não ganham dividendos (até mesmo quem especula com ações faz day ou swing trade, isto é, vende no mesmo dia ou na mesma semana, não segurando por tempo o suficiente para recebê-los; esses são pagos algumas vezes ao ano, apenas). Dividendos não são, nem de longe, a principal fonte de lucro dos investidores. Repito: dividendos não é a fonte de renda de grandes investidores. A Apple, a maior empresa do mundo e uma das que mais providenciou lucro aos seus acionistas na história, de 1988 a 2012 jamais havia pago um centavo de dividendos. Enquanto isso, a cotação de suas ações subiu mais de 32000% no período (a inflação nos EUA ficou abaixo de 5% a.a. todo esse tempo). Todo o lucro que os acionistas da Apple receberam veio do crescimento da empresa - do re-investimento dos seus lucros em mais produção, consequente criação de riqueza e lucros ainda maiores. Lucros refletem na cotação (ações são ativos financeiros, possuem valor intrínseco), que significa mais dinheiro para os detentores das ações. Mas e as empresas que pagam dividendos? O maior dividend yield da bolsa brasileira em 2018 foi 10,3%, da Copel. Enquanto isso, o IBOV (índice que reflete as maiores, mas não necessariamente as melhores, empresas da bolsa) está fechando o ano em 18%, e ação que mais rendeu em 2018 - Unipar (UNIP4) - vem fechando o ano em 167%, seguida de LOGN3 em 157%, IRBR3 em 132%, CRPG5 em 125%, BIDI4 em 113%, e ELPL3 e MGLU3 em 105%.** Os maiores ganhos com dividendos estão uma ordem de magnitude abaixo dos maiores ganhos com a valorização das ações em si - isto é, reflexo do crescimento das empresas.
Para encerrar, uma pergunta que pode ter ficado na cabeça de alguns é: Após angariar recursos durante o IPO para investir no setor produtivo, o que as empresas - i.e. o setor produtivo da economia - ganha com toda essa negociação de ações? Por que ela paga R$39 mil + 0,005% do seu capital social todo ano para ser listada na bolsa (pense em capital social bilionário)? A resposta é simples: justamente por causa do IPO (e de ofertas secundárias, em que a empresa recompra ou vende mais do seu capital social mais tarde). Perceba que o preço da ação no IPO - e consequentemente o capital angariado para investimento - jamais seria perto do que é se não houvesse a possibilidade de negociação e lucro nesse mercado secundário. Como explicado, os proventos pagos pelas empresas não são a maior fonte de lucro - a cotação é! É precisamente por causa da possibilidade de lucrar com essa que investidores estão dispostos a participar em massa de um IPO em primeiro lugar, e é precisamente por causa dessa quantidade enorme de gente disposta a pagar para ser sócia de uma empresa que essas listam-se na bolsa (além do reconhecimento e confiança que ganham com isso). O Brasil tem um histórico pífio de empresas abrindo o capital, essa prática é muito mais comum nos EUA, onde o mercado secundário é, não coincidentemente, muito mais líquido (cerca de 61% dos adultos com mais de 32 anos tem ações nos EUA, enquanto que no Brasil o número não chega a 0,3% da população total - há mais presos do que investidores, no Brasil). A raison d'être do mercado secundário é o primário, e a do primário o secundário. Poético, não?
* Café é um dos poucos contratos futuros com liquidação física, i.e. você pode ir para SP retirar as sacas de café. Outro é o ouro a vista (OZ1, OZ2, e OZ3), em que você pode ou ir para SP retirar os lingotes ou pode optar pela liquidação financeira, em que a bolsa simplesmente deposita em sua conta o valor. Para mais detalhes sobre derivativos, como a diferença dos mercados futuros e a termo, vide este artigo. Para o básico do básico do mercado de opções, vide este.
** Exclui penny stocks como INEP3 e REDE3 e as com baixa ou nenhuma liquidez como CELP6 e ECPR3.
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2018.02.09 02:56 AntonioMachado [2016] Victor Louro - A Floresta em Portugal. Um apelo à inquietação cívica

Livro não disponível online. Ver artigo de opinião ou palestra. Pontos a reter:
Veja-se a dificuldade que os economistas têm de considerar os investimentos florestais, ou as seguradoras para considerarem os seguros florestais: os períodos de tempo em silvicultura são de tal modo diferentes daqueles a que estão habituados nas suas atividades, que dificilmente raciocinam em torno das suas bases económico-financeiras para as atividades florestais. Mas o mesmo se verifica com outras atividades aparentemente mais próximas da silvicultura, como a agronomia. (28 e 29)
as exportações da autoeuropa são inferiores às das indústrias florestais (contribuindo menos de metade para a totalidade das exportações nacionais) e são conseguidas com uma quantidade de bens de origem portuguesa 9 pontos percentuais abaixo do sector florestal. Sendo uma empresa de alta tecnologia e capital-intensivo, emprega apenas 2,6% do número de pessoas empregadas nas indústrias florestais.
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2016.08.31 13:26 unknown_believer Apple: Finanças vão averiguar necessidade de liquidação de impostos não pagos

Apple: Finanças vão averiguar necessidade de liquidação de impostos não pagos submitted by unknown_believer to portugal [link] [comments]


2016.04.18 20:19 ManaSyn Pequena dúvida sobre o IVA de vouchers Odisseias

Boas.
Comprei um voucher Odisseias e recebi uma fatura onde vinha a seguinte informação:
Liquidação do imposto diferida para a data de resgate do cheque prenda.
Fiquei curioso para saber se isto me afeta; terei que pagar mais qualquer coisa quando lá chegar? Segundo o Google, creio que não:
\28. No âmbito deste modelo de negócio, o requerente limita-se a receber dos clientes dos parceiros, em nome e por conta deste últimos, a quantia monetária referente a cada voucher, emitindo aos adquirentes dos vouchers, nesse momento, uma fatura sem IVA e com a menção "Liquidação do imposto a cargo do prestador do serviço na data do resgate do voucher digital/voucher caixa".
\29. Posteriormente, com a redenção do voucher pelo cliente, o parceiro comercial do requerente que o cliente selecionou, presta o serviço escolhido e emite uma fatura ao cliente, com IVA à taxa aplicável ao serviço que foi efetivamente prestado.
Assim, fiquei um bocado na dúvida... Quando o parceiro comercial do requerente (neste caso um hotel) me passar uma fatura, vai passá-la com o valor que eu paguei, dos quais uma parte são IVA, ou vai aplicar o IVA ao valor que eu paguei e cobrar-me mais um pouco?
A resposta parece-me obviamente a primeira mas gostaria de saber se alguém passou por uma má brincadeira do género.
Agradecido.
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2015.07.29 10:11 kupfernikel Muito obrigado, Guido Mantega

Por Jose Renato "Jeca Master" Sampaio Lima
Eu sou mais você, Guido, e sua politica econômica, de sucesso, que visava o desenvolvimento do país. Durante sua gestão, não tivemos nenhuma crise econômica, conforme os números apresentados. Mas essa sua boa conduta no governo era um problema para a oposição e golpistas. Você tinha que sair para a volta da farra do ganho fácil e para a tomada do pré-sal da Petrobras.
Veja, Levy e Tombini, em um único mês, fizeram do país grande picadeiro. Levy na função de animador do circo, com piadas e deboches de você e da própria Dilma. Programa "Somebody love - A volta das viúvas de FHC". Por isso estão apoiados pela mídia nacional e inglesa.
Se fosse Itamar Presidente, a sua cabeça, Guido, jamais seria entregue em uma bandeja a pedido dos inimigos do Brasil.
Nós, os eleitores democraticamente vencedores, junto com você e com os sindicalistas, também recebemos um Não em 2015. Fomos despejados do governo. O programa do PT morreu. Paramos de sonhar e visualizamos o risco da volta da elite que dilapidadou o país desde a proclamação da República.
Os indicadores macroeconômicos do Brasil são positivos durante o seu período de anos de governo, e comparado com PSDB do período Fraga foram excelentes. Idem se comparados com EUA e Europa. Assim, a intolerância contra você está longe se ser natural ou gratuita.
Sabemos, austeridade fiscal não combina com medidas econômicas de saída de recessões e nunca foi adotada nos períodos anteriores de recuperação econômica.
Você sabe, Ministro da Fazenda e do BACEN louvado por banqueiros e com aprovação do FMI, americanos, Europa, da elite, somente se trabalhando contra a nação brasileira e focado em campanha de liquidação de patrimônio público.
Desde quando a Presidenta fez ouvidos do Mercadante, do Mercador e do Mercado Financeiro ela se mostra menor. Isso começou ainda no período de campanha eleitoral.
É duro, eu sei, você também não esperava no seu lugar um Executivo do Bradesco, sem período de Quarentena palpitando no BACEN. Da volta da ciranda financeira, das despesas de juros indexadas com inflação com mais de 50% de ganho real. E taxas básicas de juros muito acima da taxa de retorno operacional.
Taxas muito acima de outros países em crise econômica. País com mais de US$ 380 bi em moeda estrangeira. Credor líquido internacional. Sem dívida com FMI, no entanto prática para felicidade dos magnatas, taxa básica a mais elevada do planeta, aproximadamente 8.000 % acima da taxa do Fed, com 105% de relação dívida/ PIB, e por isso tem classificado com o rate AAA. E por isso Brasil corre o risco de perder o grau de investimento.
A volta da política de plantar mais inflação para gerar mais juros do período PSDB, isso não é pra você, isso é para quem compactua com prevaricação e improbidade administrativa.
Isso não é ajuste contábil. Isso não é pedalada.
Não existe Lei de Responsabilidade Financeira. Então isso é permitido pelo TCU, pelo Congresso financiado por empresários e banqueiros, pelo STF com cargo vitalicio, presente dos Congressistas, permitido incrivelmente pela nossa presidenta.
A música na mídia e dos tucanos é sempre a mesma de plantar a desgraça e culpar a incompetência petista. Repetir a mesma mentira até que vire um verdade.
Guido, a situação do Brasil neste ponto de Julho/2015, poderia ser comparada com aquele avião lotado, tomado para ser derrubado propositadamente. Levy e Tombini na posição do co-pilotos derrubadores. Dilma, fora de comando. Antes uma observadora.
Nunca antes na história desse país, um presidente defendeu programa de ministro que deliberadamente derruba o país .No lugar de almejar crescimento, deseja período de recessão, no lugar de máximo emprego sempre, quer o desemprego, no lugar de reduzir a meta de inflação para 2% aumenta de 4.5% para cavalar 10% ao ano.
Voce não iria concordar com esses desatinos. Tá fora por isso. Para não atrapalhar a tomada do pré-sal que foi decidido lá em 2010.
Guido, entendo seu desapontamento, outro problema foi você ajudar a trazer a taxa SELIC pela primeira vez a limite inferior de 7.2% a-a. com rendimento efetivo menor do que a caderneta de poupança. Deixou a elite raivosa, que quase quebrou o Unibanco.
Concordamos, ajuste fiscal e estagnação econômica é coisa tucana, não vão solucionar os problemas da economia. Inflação de preços administrados acaba quando encerrado o período de medição. Aumentos de taxas de juros SELIC e mais impostos só vão fazer nosso país retornar ao período de degradação econômica e social que antecedeu os governos do presidente Lula. Portanto, na contra-mão do projeto de desenvolvimento com justiça social e das políticas de crescimento , desoneração, justiça tributária, combinação necessária ao novo salto de desenvolvimento. Brasil, de tamanho continental, com a soma dos Estados brasileiros com suas riquezas minerais, incluindo petróleo, água em abundância, população ativa, baixa densidade demográfica, ansiosa por consumir, com safras recordes, mais bom nível de industrialização jamais poderia ter crise econômica.
Não sou Galvão Bueno, mas na cabeça da Dilma coração valente, a guerreira, ela poderia estar pensando: “que saudades dos tempos do Guido”. Era feliz e sabia. E se ela estivesse no comando, ela diria: volta Guidinho. E Lula deve estar se roendo porque, comparando com time de futebol, não se deve mexer em time que está ganhando, muito menos mudar jeito radicalmente de jogar. Mudança radical à direita, jamais !
Se fosse para dar um sangue novo no seu lugar, Guido, você sabe, deveria ser de um economista, e de reconhecida competência, alguem identificado com o programa no ciclo de 12 anos, que valorize e com foco nos interesses nacionais. Para buscar ainda mais desoneração até se chegar ao padrão internacional, que reduza o custo Brasil, com reflexo positivo para o crescimento da economia, melhora do caixa do governo, para se evitar novas pedaladas meramente contábeis. Medida para ajustar a taxa de câmbio para valor menos apreciado, bom da perspectiva da indústria nacional, de exportadores e da correção do custo da mão-de-obra, sem afetar a Renda Nacional e PIB em Reais.
Não tem como atender a dois Senhores. Ou segue a esperada cartilha do PT e do desenvolvimento do país e defesa dos interesses do país e da América Latina, ou volta para a cartilha tucana, do endividamento público, das concessões e da entrega dos recursos e da soberania do país, em favor dos interesses estrangeiros.
Paciência. Vamos batalhar outra chance de um governo, tal como do Lula, a favor dos interesses da maior parcela da população brasileira, que um dia há de ser o Povo.
Guido, você plantava esperança no lugar do medo. Muito obrigado.
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